sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

BLUES - HISTÓRIA




Blues é caracterizado por suas letras, linhas de baixo e instrumentação e tomavam a forma de uma narrativa livre. Os primeiros versos tradicionais de blues consistiam em uma única linha repetida quatro vezes. Foi apenas nas primeiras décadas do século XX que a estrutura corrente mais comum tornou-se padrão: o padrão AAB, consistindo de uma linha cantada sobre as quatro primeiras, sua repetição nas quatro próximas e, em seguida, uma linha de conclusão mais longa sobre as últimas linhas.Existem várias versões sobre a primeira composição típica de blues, assim como seu primeiro idealizador. Uma dela se refere a W.C.Handy (considerado o "Pai do Blues) que ouviu este tipo de música pela primeira vez em 1903, quando viajava clandestinamente em um vagão de trem e viu um homem que tocava um violão com um canivete.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

ESCALAS BLUES E PENTATONICAS



A Escala Pentatônica é uma escala musical que contém 5 notas que são: dó ré mi sol e lá.
                    
A Escala de Blues possui uma relação com a Escala Pentatonica, por isso também chamada de Escala de Pentablues. Se acrescentarmos uma nota entre o 4º e o 5º grau que seria uma quinta diminuta. Esta nota é chamada de Blue note. A nota que foi acrescentada é a mesma nas duas escalas (Maior e menor), basta decorar a escala blues menor e transmitir essa nota para os demais modos gregos na hora de fazer um solo. . Estas transformações tornam uma escala maior numa escala de blues. A escala de blues é usada na maioria dos blues de 8 e 12 compassos, mas também em várias canções populares convencionais com um sentimento "blue".issonante à escala diatônica natural. Não devemos repousar em cima dela. Blue Note de uma escala é a terça menor do acorde. Por exemplo, na escala pentatônica de C maior: C D E G A, pegue a terça maior do acorde C maior e diminua meio-tom (Eb, Mi Bemol) terá a Blue Note. 
Escala de Blues =  1 - b3 - 4 - b5 - 5 -b7 - 8
Bluenote na escala Maior = aumenta 1/2 tom na segunda nota. Na escala de Dó maior seria o Ré que passaria ser Ré#.

Outra maneira de entender uma pentatônica maior é pensar numa escala maior sem o 4º e o 7º graus. Pode-se entender a pentatônica menor também como uma escala menor primitiva sem o 2º e o 6º graus
                    



Bibliogr. - Texto extraído de pesquisas na internet

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

INTERVALOS - RELAÇÕES HARMONICAS



Resultado de imagem para imagem gregosNa comparação entre os intervalos constitutivos de escalas musicais, ou os diferentes sistemas entre si, aparecem novos intervalos que servem apenas como efeito de comparação, mas que não possuem assim necessáriamente função no sistema. Por exemplo: No sistema cíclico, três terças maiores sucessivas superam a oitava em uma "coma pitagórica" no sistema harmônico, elas lhe são inferiores em uma díese (pequeno quarto de tom). No entanto, não utilizamos esses pequenos intervalos em nossa música, nem melódica, nem harmonicamente.
Nas buscas expressivas pelas relações harmônicas, os músicos adquirem uma liberdade mais ou menos grande em relação ao valor teórico dos intervalos. Num sistema cíclico, a 9ª quinta ascendente ré# deve ser substituída pela 3ª  quinta descendente mib  para que o intervalo com sol seja uma terça pitagórica.
As musicas orientais possuem um requinte melódico que é baseado nos pequenos intervalos e na riqueza e na justeza de entoação dos intervalos.
Extraído :- Livro = HISTÓRIA UNIVERSAL DA MÚSICA
                           (ROLAND DE CANDÉ)

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

ATONALIDADE



Primeiro o banheiro de mosaico Archilles, romanos, Paphos, Chipre foto royalty-freeATONALIDADE - É uma ausẽncia total de tonalidade, na qual faz um livre uso de todas s 12 notas da escala cr4omática, portanto ATONALIDADE - É uma ausência total de tonalidade, na qual faz um livre uso de todas s 12 notas da escala cr4omática, portanto deixa de existir qualquer força de atração que converge para um centro Tônico. Foi uma consequência iniciada no período romântico, na qual, certo compositores como Wagner, em particular, haviam usado livremente acordes dissonantes cromáticos, introduzindo notas estranhas à tonalidade para colorir suas harmonias. na qual faz um livre uso de todas s 12 notas da escala cromática, portanto deixa de existir qualquer força de atração que converge para um centro Tônico. Foi uma consequência iniciada no período romântico, na qual certo compositores como Wagner, em particular, haviam usado livremente acordes dissonantes cromáticos, introduzindo notas estranhas à tonalidade para colorir suas harmonias.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

ESCALA TEMPERADA


Resultado de imagem para imagem grega pitagorasESCALAS OCIDENTAIS MUSICAIS
Teoricamente a escala fundamental da música ocidental, atualmente é o dodecacorde temperado, na qual, divide a oitava em doze intervalos iguais, gerando a escala cromática usual de sete sons, que são as Maiores e menores.
Na prática, essa escala temperada só é estritamente utilizada pelos instrumentos de som fixo, como o piano. Os instrumentos de cordas, afinados por quintas, favorecem o emprego da escala cíclica ou esca de Pitágoras, enquanto que os instrumentos de sopro, por seu próprio princípio, proporcionam naturalmente a escala harmonica (ou escala de Zarlino).
A música ocidentaal, portanto, emprega práticamente três escalas fundamentais: a escala dos violinistas, com sua terça maior, sua sexta maior e sua sensivel um pouco altas. 
Na modulação, os cantores ou os violinistas executam naturalmente na nova tonalidade os intervalos que a caracterizam. Fazem a diferença, por exemplo: não tocam um Dó # como um Ré bemol e podem dar à mesma nota valores diferentes. Cada nota tem um só valor possível, difícil de ser determinado.

Bibliografia - Extraído do livro - Historia Universal da Música - Roland de Candé

terça-feira, 10 de outubro de 2017

ORGANUM - HISTORICO

Resultado de imagem para imagem organumO conceito de consonância e a ideia de uma voz (voz organalis) acrescentada a uma melodia de cântico preesistente (cox principalis) foram fundamentais ao desenvolvimento do organum. No inicio da Idade Media a vox organalis geralmente ficava abaixo da vox principalis e o conceito de consonância baseou-se em 4ª  e  5ª  paralelas.
Posteriormente o ritmo modal abriu novas possibilidades para a música em três e quatro vozes.


Bibliografia  - Dicionario GROVE de música.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

ORGANUM


Resultado de imagem para FIGURAS ORGANUMEm sua epoca Guido dArezzo demonstra que o organum da quarta abaixo era o único procedimento aceito, porque o da quinta já caíra em desuso, e ele afirma tambem claramente em seu "Micrologus" que ele não é permitido.
Modificações feitas, as vezes, definiam na qual a
voz original não poderia descer abaixo da voz do tenor, de acordo com regras.
A obra "Música Enchiriadis" escrita na segunda metade do século X e que é atribuída a Abade Orger (autoria duvidosa, na qual no foi ele o inventor do "organum", pois o mesmo surgiu em algum momento do século IX) é considerada um marco na história da musica, pois oferece a primeira descrição de um método de canto, na qual só figuram os "uníssonos ou as "oitavas". Este método expõem também os princípios de "Organum ou Diaphonia, termos sinonimos", cuja base essencial é a duplicação de uma melodia em Quartas e Quintas paralelas.
O Cantochão era conhecido como a Voz Principal, sendo a parte duplicada a Voz Organal.
Posteriormente foram elaboradas regras relativamente complexas para a adição do organum abrindo campo a todo tipo de possibilidades.
Um manuscrito inglês "Winchester Troper" (1080), prova que o movimento contrário já estava rapidamente combinado com os "antigos movimentos paralelos e oblíquos" que inclui a "terça ( maior e menor consideradas dissonantes para os medievais).
Exemplos antigos do "organum novo" se apoiam no principalmente no "uníssono, quarta, quinta e oitava", mas no século seguinte "terças e sextas" aparecem gradualmente com maior frequência.