segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

ATENAS - GRECIA ANTIGA

A Acrópole de Atenas com o Partenon no topo. A Atenas Antiga era uma das principais cidades-Estado gregas

Introdução 

Por volta dos anos 500 a.C. e 400 a.C., esta cidade, fundada há mais de 3.000 anos, era a mais próspera da Grécia Antiga e possuía um poderoso líder: Péricles. Nesta fase, a divisão hierárquica seguia a seguinte ordem: nobres, homens livres e uma grande quantidade de escravos que realizavam trabalhos como mercadores, carpinteiros, professores e marceneiros.

História e características sociais, políticas e econômicas 

Por ser uma cidade bem sucedida e comercial, Atenas despertou a cobiça de muitas cidades gregas. Esparta se uniu a outras cidades gregas para atacar Atenas. A Guerra do Peloponeso (431 a 404 a.C.) durou 27 anos e Esparta venceu, tomando a capital grega para si, que, a propósito, continuou riquíssima culturalmente.

FRÍGIOS - GRECIA ANTIGA


Frígios

A Frígia (em grego, Φρυγία) foi um reino da antiguidade situado na parte central oeste da Anatólia (atual Turquia).




O povo frígio assentou na área desde 1200 a.C., e estabeleceu um reino no século VIII a.C.. Ele foi devastado por invasores cimérios em 690 a.C., então brevemente conquistado por sua vizinha Lídia, antes ele passou sucessivamente dentro do império persa de Ciro II da Pérsia, o império de Alexandre e seus sucessores, foi tomado pelo rei de Pérgamo, e eventualmente tornou-se parte do império romano. A língua frígia sobreviveu até o século VI d.C
GRECIA ANTIGA - DÓRICOS  JÔNIOS  EÓLIOS

Acrópole de Atenas e o Partenon
Acrópole de Atenas e o Parten

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

GRECIA ANTIGA - EÓLIOS

Os Eólios representaram outro povo que invadiram e se estabeleceram na região da Hélade, Grécia Antiga, formando juntamente com os JôniosAqueus e Dórios os grupos étnicos responsáveis pela criação do povo grego. 

Os Eólios receberam essa denominação, pois acreditavam que sua origem estaria ligada ao deus grego dos ventos, Éolo. É bem possível que a região natal dos Eólios seja a Macedônia Ocidental, considerando-se especialmente as montanhas localizadas ao note do rio Haliácmon. Seria a partir deste local que teriam se deslocado cada vez mais para o sul, até atingir e ocupar totalmente a região da Tessália. Após esse momento de migração inicial, outro ocorreu levando os Eólios até as ilhas do noroeste do mar Egeu. Foi então que finalmente alcançaram a Grécia. Entretanto, os Eólios foram ficando por todos os lugares por onde passaram, inclusive na região original, o que gerou a variedade de dialetos eólicos.
Nos novos territórios onde estavam instalados os Eólios, desenvolveram fortemente sua cultura. A estabilidade marcou muito esse povo, pois conquistaram o respeito dos outros povos formadores da Grécia Antiga e mantiveram suas terras por muito tempo sem alteração. Além disso, não se caracterizavam como um povo violento.
Entre o povo eólico havia também as subdivisões, acredita-se até mesmo que os próprios Aqueus sejam um desses grupos entre os Eólios. Os Eólios também constituíam povos de origem indo-européia, assim como os Jônios, Aqueus e Dórios, os outros povos que também formaram a civilização grega, os Eólios invadiram a Hélade. Todavia, a invasão dos Eólios foi muito diferente do que fora a dos Jônios ou do que seria a dos Dórios. Os Jônios invadiram a Hélade fazendo uso da violência, utilizaram-se da tradição militar de sua sociedade para conquistar e estabelecer novas estruturas. Mesmo assim, o saldo dessa invasão, contou com a assimilação da cultura já existente no local. Os Dórios tiveram uma postura muito mais violenta, foram eles os responsáveis pela chamada Idade das Trevas da Grécia. Esse novo grupo invadiu a Hélade destruindo tudo que havia na região, alterando radicalmente a estrutura e a cultura existente, relegando a escrita ao esquecimento durante séculos. Permitiu que a sociedade criasse as bases para a aristocracia na Grécia Antiga e estagnou a cultura da época, interrompendo o conhecimento que temos hoje da história dos gregos

GRECIA ANTIGA

Modos gregos e Música das esferas

Quíron ensinando música ao jovem Aquiles
O elemento básico da música grega era o tetracorde, que consistia numa escala de quatro notas descendentes inclusas no intervalo de uma quarta justa, e os intervalos entre as quatro notas, sendo variáveis, definiam as modalidades diatônica, cromática ou enarmônica da peça musical. O tetracorde cromático era formado por um intervalo de terça menor e dois intervalos de semitom; o tetracorde enarmônico tinha um intervalo de terça maior e dois de quarto-de-tom. O tetracorde diatônico variava de acordo com a posição do semitom, formando os subtipos dórico (semitom na base, de origem grega), frígio (semitom no centro, de origem asiática), e lídio (semitom no alto). A justaposição de dois tetracordes, ao que consta concebida por Terpandro de Lesbos, formava uma harmonia — não no sentido atual de sons simultâneos. Os tetracordes podiam, assim, ser conjuntos, se eles tinham uma nota em comum (por exemplo ré-sol e sol-dó), ou, se eram independentes, disjuntos (ré-sol e lá-ré). Se em uma harmonia disjunta se acrescentavam um tetracorde conjunto no topo, um outro também conjunto abaixo, e sob este uma outra nota (proslambanòmenos), criava-se o sistema téleion, ou perfeito, abrangendo duas oitavas inteiras. Com a mudança de oitava dos tetracordes anexos para baixo ou para cima do tetracorde fundamental criavam-se os hipómodos (hipodórico, hipofrígio e hipolídio) ou os hipermodos (hiperdórico, hiperfrígio e hiperlídio). Os intervalos considerados consonantes eram os de quarta, quinta e oitava, os outros eram
POVOS ANTIGOS FRIGIA

POVO FRÍGIO

Frígios

A Frígia (em grego, Φρυγία) foi um reino da antiguidade situado na parte central oeste da Anatólia (atual Turquia).




O povo frígio assentou na área desde 1200 a.C., e estabeleceu um reino no século VIII a.C.. Ele foi devastado por invasores cimérios em 690 a.C., então brevemente conquistado por sua vizinha Lídia, antes ele passou sucessivamente dentro do império persa de Ciro II da Pérsia, o império de Alexandre e seus sucessores, foi tomado pelo rei de Pérgamo, e eventualmente tornou-se parte do império romano. A língua frígia sobreviveu até o século VI d.C