terça-feira, 15 de março de 2016

AQUEUS HISTÓRICOS




Os "aqueus homéricos de cabelo comprido" teriam feito parte da Civilização Micênica que dominou a Grécia por volta de 1600 a.C., com uma história de tribo que remonta a pré-história imigração helênica no final do terceiro milênio a.C..
Todavia, nos períodos arcaico e clássico, o termo 'Aqueus' se referia aos habitantes de uma região muito menor da Acaia. Heródoto identificou os aqueus do norte do Peloponeso como descendentes dos anteriores, aqueus homéricos. Segundo Pausânias, escritor do século II a.C., o termo 'Aqueu' era originalmente dado aos gregos da Argólida e da Lacônia.[2] Porém, isto não é claramente o modo como Homero usa o termo.
Pausânias e Heródoto contam ambos a lenda segundo a qual os aqueus foram expulsos das suas terras pelos dóricos, durante a lendária invasão dórica do Peloponeso. Depois mudaram para a região que hoje tem o nome de Acaia.
Ainda não há consenso académico sobre a origem dos aqueus históricos em relação aos aqueus homéricos e ainda hoje é tópico de acesos debates. Uma sugestão sobre a sua suposta etnia, como exposto no artigo de John A. Scott sobre os cabelos louros dos aqueus comparados com os cabelos escuros do Posidão "mediterrânico",[3] na base das sugestões de Homero, foi colocado de parte.
A posição contrastante sobre os "aqueus", tal como entendido por Homero, é "um nome sem uma pátria", um ethnos criado na tradição épica,[4] hoje há quem tal suporte entre os que concluem que os "aqueus" foram redefinidos no século quinto como falantes contemporâneos do grego eólico.
Karl Beloch sugeriu que não houve invasão dórica, mas sim que os dóricos do Peloponeso eram os aqueus.[5] Eduard Meyer, em desacordo com Beloch, avançou com a sugestão que os verdadeiros aqueus eram pré-dóricos gregos continentais.[6] A sua conclusão é baseada na sua pesquisa de que a similaridade entre as línguas dos aqueus e dos arcadianos pré-históricos. William Prentice discorda de ambos, notando que provas arqueológicas sugerem que os aqueus migraram do "sul da Ásia Menor para a Grécia, provavelmente colonizando primeiro a Tessália" provavelmente antes de 2000 a.C.[7]
Emil Forrer chegou a sugerir que existiu um "grande império" chamado Ahhijawa, em importância igual aos antigos estados a oriente. Porém, as suas conclusões foram recusadas por investigadores posteriores, especialmente por Ferdinand Somme

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

segunda-feira, 14 de março de 2016

GRÉCIA ANTIGA - TRÓIA



 Troia é a cidade na qual o
correu a Guerra de Troia descrita na Ilíada. O início da história de Troia, por não ser comprovado através de pesquisas, é descrito com base na mitologia grega. A cidade que ficava na antiga Anatólia era famosa pelo enriquecimento de seus cidadãos com o comércio portuário que desenvolviam com o leste e também com o oeste. Entre seus produtos comercializados estavam, principalmente, roupas, ferro e muralhas de defesa. Os líderes da sociedade troiana, a família real, era respeitada por acreditar-se que tinham uma origem familiar que remontava ao próprio Zeus.

A cidade de Troia baseava toda sua história na mitologia e, por isso, era de admirável respeito. A tradição dizia que um dos filhos de Zeus, Dardano, havia dominado as terras da cidade. Os filhos deste, Tros, passou a chamar os habitantes de troianos, em função de seu nome próprio. E o neto de Dardano, Ilus, fundou oficialmente a cidade de Troia.
A fase mais brilhante e conhecida pela cultura popular de Troia diz respeito aos acontecimentos que envolvem a famosa Guerra de Troia. Ainda de acordo com a mitologia grega, Hercules teria capturado a cidade uma geração antes do início da guerra. A invasão dos gregos micênicos aconteceu já no contexto da Guerra de Troia que é datada entre 1193 e 1183 a.C.. Todas essas informações são descritas pelo escritor Heródoto, que, por sinal, é conhecido como o pai da história. A Guerra de Troia em si é descrita nos poemas de Homero, que, por sua vez, são considerados como a principal fonte de referência para os acontecimentos.
A cidade de Troia sofreu não só com a invasão dos gregos micênicos, mas também com os deslocamentos dos jônicos, cimérios, frígios, milésimos, lídios e os persas. Na época do Império Romano, o imperador Augusto fundou uma nova cidade no lugar de Troia e que se desenvolveu até o estabelecimento de Constantinopla.
As pesquisas arqueológicas que se iniciaram no século XIX revelaram que várias cidades foram construídas ao longo do tempo no mesmo local. Por isso há um conflito entre os pesquisadores sobre qual das ruínas refere-se efetivamente à Troia antiga. Atualmente, a região da cidade de Troia é um sítio arqueológico em uma das províncias da Turquia, antiga Anatólia.


Arquivado em: Mitologia Greg
a

sexta-feira, 11 de março de 2016

GRÉCIA - SISTEMA MUSICAL ANTIGUIDADE


SISTEMA MUSICAL
Os gregos usaram as primeiras letras do alfabeto (anotação alfabética) para identificar e representar os tons ou sons musicais, e agruparam-nos em tetracordes, ou seja grupos de 4 sons sucessivos (Teoria de Aristogeno e Cleonides). Asi conformaram suas primitivas escalas.
Escalas, Modos, Gêneros:
A escala ou nota preponderante é ?A DORIA?, e costumavam chamá-la Messe, por ser o centro ou médio da escala grega, estes modos são equivalentes ou parecidos a nossas escalas maiores e menores de hoje em dia. E partindo da cada um dos graus da escala diatónica podem ser reconstruído novas escalas, a cada uma das quais correspondia a um modo diferente.
Os modos estão compostos por 2 tons e 1 semitono, e podiam ser diferenciado entre eles, pelo local que ocupam os semitonos nas respetivas escalas, os modos eram sete:
.- O Dorico: (Escala de MIM)
.- O Frigio: (Escala de RE)
.- O Luto: (Escala de DO)
.- O Mixolidio: (Escala de SE)
.- O Hipodorico ou Eolico: (Escala da)
.- O Hipofrigio (Escala de SOL)
.- O Hipolidio: (Escala de FA)

Estes modos tinham seu Ethos ou caráter particular, principalmente os filósofos davam-lhe ou atribuíam uma connotación de caráter moral, o qual era muito tomado em conta, o Modo Nacional por Excelência era o Dorico.
Com o tempo agregaram-se-lhe à escala dorica dois novos tetracordes conjuntos; Um Superior ( MINHA FA SOL A) E Um Inferior (MEU RE DO SE), Mas uma nota complementar (A) na região grave, à que se lhe denomino Proslambanomenos, que significa nota acrescentada. A Este conjunto de 15 notas, cuja extensão abrange duas oitavas, se lhe chamo SISTEMA PERFEITO e estava dividido em quatro regiões correspondentes aos quatro tetracordes. A cada uma destas regiões, bem como as sete notas da escala, tinham nomes especiais, os quais eram usados pelos teóricos em seus ensinos.
.- Gero Diatónico:
Sua escala fundamental, é a escala Dorica, composta de duas tetracordes descendentes e disjuntos: ( MEU RE DO SE O SOL FA MINHA), ambos estão compostos de dois tons e um semitono, a nota que exercia uma função preponderante é esta escala era o A, à qual chamavam os Gregos Mese, É o mas antigo de todos os gêneros.
.- Gero Cromático:
Apareceu no século XV antes de Cristo, e chego a ter muita fama, caraterizava-se porque os tetracordes estão formados por dois semitonos e uma terça menor, ( MINHA FA FA sustentado A; SE DO DO sustentado MEU, este gero servia para atenuar a monotonia do gero diatonico, também se lhe chamo cromático (cor, kroma), era usado sobretudo nos citaristas e por algum tempo suplanto ao gero diatónico, nunca decayó.
.- Gero Enharmonico:
Foi um gero muito conflictivo entre os filosofos e teóricos, quem fizeram-lhe a guerra, por tratar-se de que era utilizado arduamente pelos músicos profissionais e requintados, adicional a que foi importado de oriente.
Neste gero os tetracordes estão formados por dois intervalos de um quarto de tom e uma terça maior, assim: MEU MEU1/4 de tom FA A:-SE SE1/4 de tom DO MEU:-
Era utilizado especialmente pelos tocadores a Aulos.
.- Rítmica:
A teoria do ritmo, tênia para os gregos uma importância capital, e adquiriu um desenvolvimento considerável, cujo análogo se encontra nos tratados de composição moderna, pela fusão intima que sempre existiu entre o ritmo poético e o ritmo musical, pudéssemos dizer que se identifico plenamente com o campo literário para medir os tempos tanto na poesia como na música.
O pulso que servia de base ao sistema, era o valor de duração da mas pequena, duração à qual se lhe denominava breve (Ou) ou tempo primo, cujo múltiplo era a Longa (--), a longa equivalia a dois breves (equivalente aproximadamente a uma corchea).
Combinando longas e breves, obtinham-se diferentes ritmos elementares ou ?Pés?, que correspondem aos tempos de nossos compassos, ao reunir vários pés se formavam os metros, como nossos compassos se compõem de tempos. A união de vários metros dava local a um elemento de fraseo ou kolon. Geralmente o fraseo compunha-se de dois kola.
Os fraseos se reagrupaban em períodos e os períodos em estrofas que se apresentavam de ordinário seguidas da antiestrofa, e do epodo (coda), as leis mas minuciosas e mas variadas se aplicavam à construção destes grandes conjuntos rítmicos., que apareciam já seja em uma oda de pindaro ou em uma cena trágica de Esquilo; muito análogas por sua arquitetura às sonatas e sinfonias.
O sentido melódico e a forma de trabalhar os sons de maneira sistematizada (O TETRACORDE), que consistia em uma sucessão montada de quatro notas, em movimento descendente, separadas por três graus, nos quais os extremos fixos, estabeleciam um relacionamento sonoro de quatro justas.

A sucessão de duas tetracordes conjuntos, corresponderam a uma extensão melódica muito parecida a nossa atual oitava.
Ritmos de acentuação ternaria: O YAMBO (1 breve e uma Longa), O TROQUEO (1 Longa e Uma Breve)
Ritmos de acentuação Cuaternaria: O DACTILO (1 Longa e 2 Breves), O ESPONDIO (2 Longas) O ANAPESTO (2 Breves e 1 Longa).
Também os gregos delimitaram signos especiais para a anotação de PAUSAS ou SILÊNCIOS, eram os Pneumas.
Estas regras foram ignoradas totalmente na idade média, reencontradas graças ao instinto de grandes maestros clássicos, não foram enunciados de forma muito explícita até após a descoberta no século XX do verdadeiro significado da doutrina dos antigos.
As grandes classes de ritmos, tinham também seu ethos, a semelhança dos modos melódicos.
Anotação Musical:
Existiam duas classes de anotação
.- Anotação Melódica: Era alfabética e continha duas classes de letras ou signos
.- Anotação Musical: Utilizavam-se 15 signos diferentes, provenientes de um alfabeto arcaico, talvez fenicio. Para a música vocal empregavam-se as 24 letras do alfabeto grego (Jonico), estas ultima se escreviam sobre o texto poético, já em sua posição normal, já investidas, inclinadas etc., segundo fora o som ou a alteração que a cada letra tinha de representar. Era um sistema ingenioso mas complicado.
.- Anotação Rítmica: Empregava cinco signos especiais, por médio dos quais se indicava, já a duração dos sons e dos silêncios.

quinta-feira, 10 de março de 2016

GRÉCIA ANTIGA - POVOS




GRÉCIA - POVO GREGO

A civilização cretense ou egéia surgiu a partir de 2000 a.C., no mar Egeu, na ilha de Creta, constituindo-se na mais importante da Antigüidade e também a mais influente de toda a história. As cidades cretenses tinham ruas em curva de nível, estreitas, pavimentadas e com rede de água e esgoto.



Grecia Antiga
                                  Mapa da Grécia Antiga
Como a superfície contínua da Grécia era bastante limitada, os povos gregos passaram a habitar também as ilhas próximas. Essas ilhas constituíam a Grécia colonial, composta por terras mais distantes.


                                           Vídeo                                                                   Na península grega fundam-se praças militares: Orcomenos, Tebas e Micenas. 

Em 1450 a.C. os aqueus invadem Creta e destroem Cnossos, formando uma nova dinastia, à qual se deve diversas transformações, inclusive o tipo de escrita. Com a queda de Cnossos, Micenas passa a ter mais importância.

A civilização micênica era militarista e comercial. Suas cidades possuíam muralhas protetoras, de alvenaria de pedra ciclópica e deram origem às cidades gregas, que eram um labirinto de becos, sem drenagem e sem esgotos canalizados. Com exceção dos templos e muralhas, seus edifícios eram de construção simples e perecível.


Cidade Grega da antiguidade

                                 Cidade grega antiga


Desde o século VIII a.C., por conta da geomorfologia acidentada, formaram-se pela Grécia diversas cidades independentes, cada uma com seu próprio governo, suas leis, seu calendário e sua moeda. A cidade e a ágora eram irregulares na forma.

Com relação ao tipo de uso, a ágora aos poucos passou de praça do mercado para espaço político – onde os gregos votavam suas leis. Ela situava-se no centro geométrico da cidade, próximo dos edifícios públicos.


                                       
                                               Vídeo

Essas cidades eram chamadas de polis, palavra traduzida por cidade-estado. A polis compreendia uma área urbana e outra rural. A área urbana freqüentemente se estabelecia em torno de uma colina fortificada denominada acrópole – do grego akrós, alta e polis, cidade. Nessa área concentrava-se o centro comercial e a manufatura.

Os mais belos monumentos arquitetônicos da Grécia antiga constituíam-se de templos dedicados a vários deuses. Esses templos agrupavam-se na parte alta da cidade. O principal deles era o Partenon, construído pelo arquiteto Fídias.

Na área rural a população dedicava-se às atividades agropastoris, como o cultivo de oliveiras, videiras, trigo, cevada e criação de rebanhos de cabras, ovelhas, porcos e cavalos.

No século V a.C., destacou-se o urbanista Hipódamos de Mileto. Ele procurava atingir a especialização de função das zonas urbanas, a busca de efeitos estéticos e o desenvolvimento da ágora como espaço isolado e cívico, também observava a orientação e defendia o dimensionamento das ruas segundo a intensidade de seu uso.


Para Hipódamos a cidade deveria subdividir-se em três partes principais: a dos deuses, a do Estado e a dos indivíduos. Ele chegou a ser conhecido como o pai do sistema xadrez, título que caiu por terra após a descoberta de Harapá e Moenjo Daro, cidades antigas que haviam empregado esta mesma solução em seu traçado urbano muito antes dele.

Os gregos desenvolveram legislação de uso e controle do espaço urbano, especialmente depois do século IV a.C. As obras eram decididas pelos cidadãos que nomeavam as pessoas que iriam acompanhá-la e o arquiteto que tomaria as decisões técnicas.

A cidade grega atinge um dos objetivos da arte urbana: é orgânica, com cada órgão no lugar onde deve cumprir sua função específica. Essas cidades foram implantadas nos tempos históricos mais remotos, muitas delas apresentando uma organização perfeita. A cidade contemporânea tem sua linhagem na Grécia.

Os gregos fundaram muitas cidades, cada qual mantendo sua independência, mas apesar disso, sentiam que formavam um só povo, o que desenvolveu na Grécia o sentimento pátrio.

Em algumas cidades, a agricultura foi substituída por outras atividades econômicas, atraindo elementos estrangeiros e provocando o acréscimo do número de escravos. As classes que não participavam da política aumentaram, numericamente enquanto se agrupavam na cidade e tomavam consciência da força que possuíam.

Ana Cunha Araújo
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
FERRARI, CÉLSON Curso de planejamento municipal integrado - URBANISMO. São Paulo, Livraria Pioneira Editora, 2ª edição, 1979, 631 p

quarta-feira, 9 de março de 2016

ORIGEM MUSICAL - POVOS ANTIGUIDADE

O povo semita cultivavam a expressão musical, tornando-a bastante elaborada. Os que habitavam a Arábia, principalmente, distinguiram-se pela criatividade. Possuíam uma ampla variedade de instrumentos e dominavam diferentes escalas. Segundo parece, tocavam, sobretudo, para dançar, pois foi entre eles que surgiu a “Suíte de Danças”, um gênero que sobrevive ainda hoje. A Bíblia mostra que também os judeus tinham a música como hábito. Davi fala sobre ela nos “Salmos”, e diversas outras passagens bíblicas contêm menções a respeito.


Na China, o peculiar era a própria música, devido à sua monumentalidade. Os chineses utilizavam nada menos que 84 escalas (o sistema tradicional da música ocidental dispunha de apenas 24). A variedade da sua instrumentação era imensa. E já por volta do ano 2255 a.C. o domínio sobre a expressão musical atingia tal perfeição entre eles, que sua influência se estendia por todo o Oriente, moldando a música do Japão, da Birmânia, da Tailândia e de Java.

Origem musical


Na história da música são importantes os nomes de Pitágoras, inventor do monocórdio para determinar matematicamente as relações dos sons, e o de Lassus, o mestre de Píndaro, que, perto do ano 540 antes de Cristo, foi o primeiro pensador a escrever sobre a teoria da música. Outro nome é o do chinês Lin-Len, que escreveu também um dos primeiros documentos a respeito de música, em 234 antes de Cristo, época do imperador chinês Haung-Ti. No tempo desse soberano, Lin-Len – que era um de seus ministros – estabeleceu a oitava em doze semitons, aos quais chamou de doze lius. Esses doze lius foram divididos em liu Yang e liu Yin, que correspondiam, entre outras coisas, aos doze meses do ano

terça-feira, 8 de março de 2016

POVOS ANTIGUIDADE - HEBREUS



 


Música na Antiguidade

Hebreus

Entende-se por hebreus o povo que viveu 2000 a.C à 70 d.C. Eles viveram na região do Oriente Médio e deram origem aos povos semitas como os árabes e os israelitas, antepassados históricos e espirituais dos atuais judeus.
De acordo com provas encontradas, Mann (1982) cita que a música era feita com alta qualidade na antiguidade. Esta música não pode ser hoje executada fielmente por não ter sido escrita, encontrando oposições para isto. Alguns povos, como por exemplo os gregos, consideravam que a escrita da música era prejudicial à memória. Desta forma, Mann ressalta que a música era passada de professor para aluno e, mesmo tendo conhecimento sobre os instrumentos e representações musicais da época, não há como saber como soava a música na mesma. A música dos hebreus sofreu influência de outras cortes, como do Egito e Suméria.
Segundo a história, foram descobertas gravuras representando famílias semitas levando seus pertences e também instrumentos musicais no túmulo do príncipe Chnem-hotep (1900 a.C). A música dos hebreus passa a ter maior desenvolvimento após Moisés os retirarem do Egito, por volta de 1300 a.C. Esta música possuía caráter religioso, guerreiro, festivo e de lamentação.
São encontradas na bíblia diversas referências que apontam sobre a música hebraica da época. Entre elas:
1. “As trompas fizeram ruir os muros de Jericó” (A.T. – Livro de Josué – Conquista de Jericó – 6:4-
2. “a harpa de Davi abrandava as fúrias do rei Saul” (Samuel I 16:23).
A música hebraica teve seu apogeu na época do rei Davi, onde 4000 levitas tinham a música como profissão. Os melhores músicos eram contratados por Davi para se apresentarem em praça pública, executando as melhores músicas do repertório e com corais até com mais de 100 vozes.
O povo hebreu é considerado o povo que mais se dedicou à música.
A música hebraica possuía modos e escalas bastante complexos, em forma de tetracordes descendentes e com seqüência de 4 notas. Havia improvisação vocal no canto salmodiano (hazanut).
Alguns instrumentos da época::
O shalil, hazozrah, shofar, Kinnor e Tof


 Referências Bibliográficas:

A música na Antiguidade. Disponível em: Acesso em: 25/02/2010.


MANN, WILLIAM. A música no tempo. 1982. Disponível em: <:http://ead2.uab.ufscar.br/file.php/1147/Textos/Mann/MannCap01.pdf > Acesso em: 25/02/2010

segunda-feira, 7 de março de 2016

A ORIGEM DE CADA MODOS GREGOS


 



Modos gregos


A ORIGEM DE CADA MODO

Na Grécia Antiga, a maneira de organização dos sons, era diferente para cada região. A maneira diferente da organização natural dos sons naturais muito próprios de cada região é que deu origem ao nome de cada escala (estilo de sons diferentes). Exemplo; na região Dória, usava-se o modo dórico, na região frígia, usava-se o modo frígio, e assim sucessivamente. Isto de acordo com registros pesquisados.